A mais importante premiação baiana, o Prêmio Caymmi de Música, chegou a sua segunda edição, na noite de sexta-feira, 18. Este ano teve inscrição recorde de 489 trabalhos em apenas um mês, e na festa final contou com a participação de 110 artistas, produtores e trabalhos finalistas. Este ano, a homenagem foi ao movimento Tropicália com o slogan “Não somos um movimento de música, somos a música em movimento” – A Tropicália foi criada nos anos sessenta pelos artistas Gil e Caetano, e teve participação de Tom Zé, Gal Costa, Mutantes e do maestro Rogério Duprat.

O Teatro Castro Alves teve a presença de um público diferenciado, já que foi a primeira vez que na edição houve venda de ingressos. No palco, o espetáculo ficou por conta do Bandão Caymmi – banda mista composta pelos 37 artistas finalistas, entre intérpretes, músicos e arranjadores – e também participação especial de Saulo Fernandes e Alice Caymmi.

O artista itapetinguense, Raoni Maciel, atualmente residindo na capital baiana, Salvador, concorria em três categorias: Melhor Música Instrumental – “Giro do Sol” (Raoni Maciel), Melhor Arranjo – “Cadê João” e Melhor Intérprete Instrumental – “Cadê João?” (Raoni Maciel/ Antonio Maciel) e foi um dos agraciados da noite, com esta última e “Giro do Sol”.

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